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terça-feira, 22 de novembro de 2011

GRUPO 2 - VIADUTOS E MORADORES DE RUA


 
- Como o grupo desenvolveu o tema?
O tema foi desenvolvido enfatizando a comparação de duas grandes metrópoles mundiais,
explicando o seu crescimento e o aumento da população que vive nas ruas e os métodos de
sobrevivência dos mesmos, desde atividades primárias (artesanato e pequenos comércios.) até
a mendicância.

Foi comparado também os métodos utilizados pelo governo de ambas as metrópoles para
controlar o aumento desenfreado dos “sem-teto”, com projetos de inclusão social e abrigos
para essas pessoas. Os lugares onde a concentração dos moradores de rua é maior também
foi colocada em pauta para comparação: os viadutos das duas cidades, onde se aglomera
a população de rua, por ser uma opção de moradia. Nota-se também que, os motivos do
aumento dos moradores de rua das duas cidades são o mesmo: abandono, exodo rural, e
brigas familiares.

- Como foram feitas as correlacões entre os contextos brasileiro, belohorizontino e mundial?

Para diminuir o número de moradores de rua em Londres o governo inglês conta com programas sociais, iniciativas privadas e albergues. Atualmente em Belo Horizonte, existem cinco abrigos públicos, os quais possuem aproximadamente 800 vagas, onde oferecem cama, comida e local para higienização.
Os viadutos de Londres tem seu espaço explorado não só por carros e como local de passagem, mas as pessoas e o governo criam espaços utilizáveis onde, no Brasil, seria um espaço subutilizado, consequentemente, apropriado por moradores de rua. 

- Escolha duas situacões, dentre as analisadas pelo grupo, como as que você tem maior interesse teórico e/ou prático e justfique, com um texto de dois paragrafos para cada uma delas e duas imagens para cada uma delas


 
“Quando mais tempo passa se mora na rua, mais difícil fica deixá-la.”

Essa frase mostra a realidade enfrentada pela maioria, senão todas as pessoas que passaram a morar na rua. A dificuldade em deixar de morar nas ruas é tão grande, que muitas vezes eles preferem desistir, adotando de vez a mendicância. O que também é sinal de falta de oportunidade na cidade, pois quanto mais tempo se fica na rua, mais maltrapilho e mal aparentado se torna o cidadão, sendo cada vez mais rejeitado pela sociedade.



A utilização dos espaços adjacentes dos viadutos em Londres é um exemplo de atuação do governo para diminuir a apropriação de espaços subutilizados por moradores de rua, fazendo as pessoas evitar passar por esses pontos. Há uma diversidade de funções que podem acontecer nesses espaços, desde feiras a utilizações por grupos específicos, como skatistas. Enquanto no Brasil esses espaços são esquecidos e depredados com o passar do tempo.

GRUPO 1 - MOBILIDADE URBANA


- Como o grupo desenvolveu o tema?
O grupo iniciou a apresentação com uma crítica ao capitalismo dominante relacionando ao mercado automobilístico. Juntamente a essa crítica, relacionaram o carro à falta de interação entre as pessoas e aos acidentes causados no trânsito, devido ao grande número de automóveis nas ruas.
O trabalho exemplifica os principais meios de transporte existentes em Belo Horizonte, e em Nova Iorque, principalmente, mas também em cidades Européias como Londres, Paris e Copenhague.
Concluindo, o grupo explicou que a mobilidade urbana é funcional quando os meios de transporte são integrados, dando opções para a população.
- Como foram feitas as correlacões entre os contextos brasileiro, belohorizontino e mundial?
Falando do transito de Belo Horizonte, comentaram que a falta de precisão dos planejadores da cidade causa um caos na cidade atualmente, por conta de ruas estreitas, principalmente na região central.
Em Nova Iorque foi diferente, pois houve, na atualidade, um urbanista, chamado Robert Moses que auxiliou na reurbanização da cidade, inserindo pontes, túneis e vias expressas funcionais que foram capazes de “liberar” o trânsito de uma grande cidade, como Nova Iorque.
Voltando à Belo Horizonte, o grupo começa a falar sobre outros métodos de mobilidade urbana, mais velozes e eficientes, como o metrô, ainda limitado em Belo Horizonte, contraposto com o de grandes cidades, como Paris, Londres e novamente, Nova Iorque.  O metrô na cidade atinge a poucas regiões, ligando apenas dois pontos da cidade ao centro, o que não resolve o problema da mobilidade nas outras regiões, tampouco às regiões onde o metrô é acessível, pois devido à essa alternativa, muitas pessoas a utilizam, tornando os carros superlotados, fazendo com que outras pessoas desistam dessa opção. O grupo explicita a diferença dos 28,2 km de linhas em Belo Horizonte, contrastando com os 368km em Nova Iorque.
Em busca do aprimoramento da mobilidade em BH, a prefeitura municipal decidiu abrir várias ciclovias pela cidade, e criar programas de incentivo à utilização de bicicletas como meio de transporte. Porém, novamente contrastando com as diversas ciclovias presentes nas principais avenidas da cidade estadunidense.

- Escolha duas situacões, dentre as analisadas pelo grupo, como as que você tem maior interesse teórico e/ou prático e justfique, com um texto de dois paragrafos para cada uma delas e duas imagens para cada uma delas



O que muito me interessou na questão de mobilidade urbana, foi  a questão de que o capitalismo controla até mesmo o dia-a-dia das pessoas, pois, como a imagem ilustra, grande parte do dinheiro que as pessoas ganham trabalhando é gasto  no ato de ir trabalhar, no dia-a-dia das pessoas. A publicidade toma conta das vias, em outdoors, traseiras de ônibus, placas e uma infinidade de outros locais, fazendo com que a vida se limite a atos de comprar e vender.



Outro assunto que me interessou, e que ainda interessa os cidadãos de Belo Horizonte, é a implantação de novas linhas de metrô na cidade. Devido à aproximação da Copa de 2014, os governos estadual e federal se apressaram em resolver, por ora, os problemas mais graves de mobilidade urbana, criando novas linhas de metrô ligando novas regiões na cidade. Porém, a implantação dessas linhas será muito agravante para a cidade, provocando caos, como todas as obras que são feitas na cidade.
Mas vale lembrar que a implantação VLT já está sendo iniciado na Antônio Carlos, que ligará áreas mais afastadas ao centro de Belo Horizonte, integrando com o metrô já existente. Porém, mais uma vez é uma mudança que continuará limitando a mobilidade urbana.

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Por tentativa... e erro!


Constant teve uma tentativa, embora falha, de representação de uma cidade situacionista, que foi nomeada de “A Nova Babilônia”. Se tratava de megaestruturas high-tech que utilizava gigantescas estruturas espaciais cujos elementos diagonais e tencionáveis se tornavam possíveis pelas inovações estruturais. Foi convebida como uma construção contínua sobre pilares, com um sistema extenso de espaços para se dormir, divertir, assim como também lugares para a produção e distribuição de objetos e utensílios, enquanto que o solo ficaria livre para o tráfego e para reuniões públicas.


Nova Babilônia seria caracterizada como um espaço em constante transformação, um espaço de espontaneidade que poderia ser constatemente remodelada pelo andar de seus habitantes. Era exatamente esse o ponto de vista situacionista: “deixar a arquitetura nas mãos de quem a usa”.